sábado, 6 de março de 2010

Perdi metade de mim

Ou quase isso. Estas mulheres conseguiram tal proeza sem recorrer a remédios nem a cirurgia. A receita delas: muita, mas muita mesmo, força de vontade


Por conta própria
A transformação de Claudia Masonero, 30 anos, técnica de mecatrônica, natural de Cachoeirinha, cidade a 11 quilômetros do centro de Porto Alegre, começou há dois anos. "Sempre fui gordinha. Meu maior desejo era comprar a roupa que quisesse, e não apenas a que me servisse. Mas foi preciso parar de fumar, ficar três meses em repouso por causa de um pé quebrado e ver a balança marcar 110 quilos para eu decidir dar um basta", conta. Expert em emagrecimento (ela já tomou remédio, experimentou várias dietas e passou por muitos endocrinologistas e nutricionistas), Claudia resolveu criar as próprias regras. "Eliminei do cardápio pão, massa, arroz, fritura e doce; comecei a me alimentar a cada três horas e a comer saladas bem temperadas no almoço e no jantar com, no mínimo, cinco ingredientes diferentes", diz. Quando a fome apertava, ela partia para cima das frutas, nem que para isso tivesse que devorar um melão inteiro, uma manga grande ou cozinhá-las com um pouco de água e adoçante. Outra estratégia foi a de reservar o sábado à noite para seus pratos favoritos. "Comia pizza, churrasco, pastel ou lanche sem peso na consciência, pois tinha resistido a eles durante toda a semana", lembra. De segunda a segunda, ela ainda caminhava 12 quilômetros por dia. Quando chegou aos 82 quilos, se matriculou na academia para fazer musculação e bicicleta. Três meses depois, tinha perdido mais 20 quilos. Atualmente pesando 57 quilos, Claudia também ajudou o marido, Emerson, com quem está casada há 12 anos, a emagrecer. "Ele perdeu 12 quilos em dois meses."

MANUTENÇÃO RÍGIDA


Há um ano Claudia mantém seus 57 quilos seguindo as mesmas regras que a ajudaram a perder peso. "A diferença é que não preciso mais incrementar as frutas com gelatina, iogurte, granola ou adoçante para apreciá-las. Também me permito comer pão e arroz integral de vez em quando. Além disso, meu estômago não comporta mais grandes quantidades de comida aos sábados", diz. As caminhadas continuam sagradas, mas, por causa do trabalho, o percurso diário foi reduzido a 5 quilômetros.

PALAVRA DE ESPECIALISTA


"Claudia acertou em cortar os maus carboidratos - doces e massas brancas - e as más gorduras - fast-food - e comer a cada três horas", comenta Alessandra Rascovski. Segundo ela, são grandes as chances de a gaúcha continuar mantendo o peso atual já que pratica atividade física e se concede um alívio da dieta uma vez por semana. "Sugiro que que ela inclua no café-da-manhã uma fonte de fibras e carboidratos, como duas fatias de pão de fôrma integral light, para aumentar o pique, e, no lanche da tarde, um alimento rico em cálcio, como um copo de leite desnatado ou um iogurte light, para fortalecer os ossos."

2 comentários:

  1. Isso me inspira, Deus seja louvado.

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  2. Querida...Vou tentar falar um poco sobre min tenho 02 filhos 01 de 15 anos e 18 anos, tenho 36 anos, peso 70 kilos e peço 1.70. Vou fazer essa dieta que vc fez, ja me matriculei em uma academia, é que gostaria na verdade não seria emagrecer e sim perder um pouco barriga e culotes que tenho, Mas irei conseguir, vou me inspirar em você. Um grande Bjoo da Melzinha - Santos/SP.

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Obrigada por sua amizade!!