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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Americana-de-114-kg-participa-de-competicoes-de-pole-dance

Amores vi essa matéria do jornal extra achei interessante e vim postar para vcs, amanhã estou de volta com um post bem legal.
beijos e se cuidem!!






LuAyne Barber não é o tipo comum de dançarina. A americana de 26 anos pesa 114 quilos e, ainda assim, consegue fazer acrobacias sensuais no alto de uma barra de ferro. Lulu, como é conhecida, começou a praticar pole dance em 2006, logo depois de ter o primeiro filho. Há três anos, ela começou a participar de competições, e hoje é a dançarina mais conhecida da região de Maryland, nos Estados Unidos, onde vive.
“Eu sempre quis tentar isso, mas estava preocupada com o que as pessoas poderiam pensar. Mas quando fui para a minha primeira aula e todo mundo vestia shorts minúsculos, independente do tamanho, eu me senti bem melhor”, contou Lulu. “Foi a primeira vez que eu me senti sexy em anos”, revelou. Hoje, a dançarina tem até uma barra de metal no meio da casa.
Lulu tem um site, onde escreve sobre as experiências dela, e um canal no YouTube. A dançarina possui milhare de fãs, mas o número um ainda é o marido, Will Brown. “Ele ama minha dança. Eu sempre tive muitas curvas. E não vou deixar que meu peso me impeça de fazer o que eu amo”, garante ela.
A americana revela que já sofreu preconceito de outras dançarinas em competições. Foi chamada de gorda e “baleia encalhada”. Mas isso não abala a autoestima dela. Lulu ainda sonha em ganhar um título em competições e garante que não vai desistir de se tornar uma dançarina profissional.

sábado, 8 de outubro de 2011

Alimentação sem carboidrato é a melhor saída?

Alimentação sem carboidrato

Você com certeza já ouviu falar ou mesmo já experimentou a dieta das proteínas, certo? É tentador para quem quer emagrecer saber que existe a possibilidade de emagrecer rápido, podendo comer carnes, leite e derivados, ovos, bacon e outros alimentos ricos em proteínas e gorduras.Sendo o único sacrifício, deixar de comer o carboidrato. Quantos não pensaram assim: Ah, será apenas por um tempo!

Realmente é possível ter o resultado desejado, pois o carboidrato é primeira fonte de energia utilizada para o corpo, excluindo ou diminuindo o consumo desse nutriente, o organismo passa a utilizar a proteína e a gordura como energia, alterando o metabolismo dos carboidratos.

Mas isso pode trazer muitos prejuízos a saúde. Consumir uma grande quantidade de proteína pode comprometer os rins, já o consumo excessivo de gorduras, pode elevar os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, que leva a um maior risco de doenças cardiovasculares.

E se ainda não houver o consumo de legumes, verduras e frutas poderá acarretar a deficiência desses nutrientes, ocasionando outros prejuízos.

Para que o organismo trabalhe corretamente é preciso ter uma alimentação balanceada, com qualidade e na quantidade adequada. Restringir ou excluir o carboidrato significa comer de forma desiquilibrada.

Sem contar que o cérebro precisa do carboidrato diariamente, então pode comprometer a integridade do sistema nervoso central também. Além disso, é comum ouvir de pessoas que já experimentaram esse tipo de dieta notarem alterações de humor, impaciência, irritabilidade e outras sensações desagradáveis.

Quanto a consumir os carboidratos até ás 18:00 horas, é importante que se faça o jantar de forma balanceada, já que é uma das refeições principais, por isso o carboidrato deve fazer parte. O segredo é saber a quantidade certa de consumir e fazer opções de fontes saudáveis, exemplos : arroz ou pães integrais, aveia, batata, etc.

Por estes motivos apresentados, pense bem antes de fazer qualquer dieta, analise se ela é benéfica a curto, médio e longo prazo e se o seu resultado será bom para sua estética e saúde. Talvez perceberá que não é a melhor saída tirar o carb
oidrato.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Combinações explosivas


dieta-m9-Shutterstock_Images

Combinações explosivas


Para emagrecer não basta comer pouco, tem que ingerir alimentos saudáveis. Só que, mais do que isso, é importante fazer boas combinações. Dependendo dos alimentos escolhidos, eles podem ser uma bomba calórica ou sobrecarregar o seu organismo com algum nutriente. Veja as dicas da nutricionista esportiva e personal diet, Vanessa Franzen Leite, de Porto Alegre, e fuja dessas combinações.
*Achocolatado + pão francês 
Essa combinação tem excesso de carboidrato refinado, tanto no pão quanto no açúcar do achocolatado, ou seja, é digerido muito rapidamente, estimula a fome e facilita o acúmulo de gordura corporal. 
Sugestão: Utilize achocolatado diet, mas troque o sanduíche branco por um integral, assim não consumirá excesso de carboidrato refinado, diminuindo o risco do acúmulo de gordura corporal. 
Ideal: No lugar do pão, consuma frutas.
*Iogurte light + cereais matinais 
Muitos dos cereais contêm açúcar e são pobres em nutrientes, logo estimulam a fome e ainda são ricos em calorias. 
Sugestão: Se for fazer a mistura, utilize um cereal integral. 
Ideal: Coma só o iogurte light.
*Torradinhas + mel 
Nessa combinação, o carboidrato da torrada e do mel, conhecido como frutose (açúcar das frutas), juntamente com a glicose são transformados em açúcar. Não precisa nem dizer que essa overdose de açúcar não faz bem para sua dieta, não é? 
Sugestão: Utilize uma torradinha integral. 
Ideal: Troque o mel por geleia diet.
*Almoço + salada de frutas 
A salada de frutas é bem calórica porque várias frutas estão presentes em sua composição. O açúcar das frutas deixa a mistura bem calórica. E tem mais, ela não proporciona saciedade. “Não tem porque uma refeição completa, com carboidratos (arroz), proteínas (frango) e gorduras saudáveis (oliva), ser associada à salada de frutas. Seria um extra desnecessário”, adverte Vanessa. 
Sugestão: Deixe essa salada de frutas para hora do lanche.
Ideal: Coma apenas 1 fruta.
*Arroz branco + batata frita 
O arroz branco é um carboidrato refinado e associado à batata frita (rica em gorduras) faz você acumular gorduras em excesso. 
Sugestão: troque o arroz branco pelo integral, que é rico em fibras e diminui a absorção de gorduras. Como ele é digerido mais lentamente, também espanta a fome por mais tempo. 
Ideal: consumir somente o arroz integral com alguma proteína e cortar a batata frita.
*Arroz branco + bife à parmegiana 
Esta bomba calórica também tem o encontro do carboidrato refinado – que faz você sentir fome rapidinho por causa da digestão rápida – com a gordura do bife à parmegiana. Conclusão: os excessos de gordura e a fome descontrolada vão atacar! 
Sugestão: Elimine o arroz desta refeição, pois ainda que integral, é excesso de carboidratos no mesmo prato. Se quer comer o bife, consuma-o junto com uma salada verde que é rica em fibras, diminuindo a absorção de gorduras. 
Ideal: Consumir o bife à parmegiana assado e não frito, assim você reduz ainda mais a quantidade de gorduras ingeridas.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Determinação!!









E NÃO PODIA FALTAR..... O MEU NEH!!! RSRSRS
BEIJOSSSS


terça-feira, 19 de julho de 2011

Fissura por doces pode ser falta de nutrientes; saiba mais



Quando dá aquela vontade de comer alguma coisa, geralmente acabamos apelando justamente para o que deveríamos evitar. Segundo Annemarie Colbin, fundadora do Instituto Gourmet Natural dos Estados Unidos, devemos prestar atenção a algumas fissuras, pois elas podem ser um sinal de que falta algum nutriente importante para o bom funcionamento do organismo, como divulgou o site FitSugar. Todavia, atacamos sempre alimentos que são viciantes e que não tem substâncias essenciais para o nosso corpo.
Pessoas que já experimentaram o vício alimentar dizem que os mais estimulantes são o açúcar, a farinha branca, chocolate, café e álcool. E a abstinência costuma trazer sintomas desagradáveis como dor de cabeça, fissuras ainda maiores, depressão e ansiedade e uma única mordida é capaz de aliviar estes sintomas. Mas lembre-se sempre que aliviar os sintomas não é curar o vício. Annemarie disse que os primeiros dias de desintoxicação são os piores, mas aos poucos o corpo para de pedir para beliscar a todo momento.
"Para metabolizar o açúcar refinado, o organismo usa nutrientes vindos de outras fontes", explicou Annemarie, citando que estas outras fontes podem ser outros alimentos ingeridos ou micronutrientes dos próprios tecidos. "Perdemos vitamina B, cálcio, fósforo e ferro de nossa própria reserva para digerir o açúcar refinado." Com isso, o corpo acaba dando o sinal de fome para tentar adquirir os nutrientes perdidos. Assim, para diminuir a fissura por alimentos viciantes, a especialista sugere algumas substituições mais nutritivas.
-Açúcar refinado (bolo, bolachas, guloseimas, sorvete): podem ser substituídos por grãos integrais, abóbora, maçã, frutas cozidas, carnes, alimentos salgados, laticínios, banana congelada, sobremesas adoçadas com malte de cevada, entre outros.
-Álcool: troque por carboidratos compl exos, vegetais, milho, vegetais folhosos amargos, missô, molho de soja, proteína animal, cerveja sem álcool e suco de frutas.
-Café: vegetais, salada, carne vermelha, açúcar, grãos integrais, alimentos salgados.
-Sal: algas, vegetais adocicados, carne, molho de soja, ervas e especiarias.
-Laticínios: vegetais verdes, grãos integrais, feijão, peixe, frutas, tofu e leite de amêndoas.
-Gorduras: feijão, peixe, frango, ovo, frutas e vegetais.

Conheça os produtos que mais causam intoxicação alimentar

 . Foto: Getty Images

Engana-se quem pensa que os surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA) são exclusivos do verão. Podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). Há um registro médio de 665 surtos por ano no Brasil, com 13 mil doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Por isso, é importante ficar atento à alimentação.
Entre os produtos que mais provocaram problemas no País, segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%). Uma pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgada no blog Well, do jornal The New York Times, aponta os 10 principais vilões de lá nessa ordem: ovo, atum, ostra, batata, queijo, sorvete, tomate, brotos e frutas vermelhas.
Existem mais de 250 tipos de DTAs e a maioria é causada por bactérias e suas toxinas, vírus e parasitas. A lista de condições que favorecem a contaminação conta com erros de higiene pessoal, preparo com muita antecedência das iguarias e refrigeração inadequada.
Alguns gestos simples ajudam na prevenção, como lavar bem as mãos com água e sabão antes de preparar as refeições, verificar se os utensílios da cozinha estão limpos e checar o prazo de validade dos produtos.
Confira abaixo dicas específicas para cada tipo de alimento, apontadas pela nutricionista Alessandra Paula Nunes, professora do curso de nutrição do Centro Universitário São Camilo, de São Paulo:
Aves e ovos: As aves apresentam em seu sistema digestório a bactéria Salmonella, que pode contaminar o ovo e a carne. Sua eliminação depende da maneira de preparo do alimento. O ovo deve ser cozido ou frito, até que a gema fique dura. A carne tem de estar ao ponto ou bem passada.
Peixes e frutos do mar: Antes de consumi-los, observe o aspecto e o odor. Se notar algo diferente, assim como sabor estranho, despreze-os. Coloque-os sempre em local refrigerado, sem mantê-los por muito tempo em temperatura ambiente. Na hora de comprar frutos do mar, preste atenção na pessoa que os vende. "Se o manipulador estiver com roupas sujas, mãos, barbas e unhas compridas, prefira comprar o produto de outro fornecedor."
Frutas, verduras e legumes: Antes de consumi-los, deixe-os em solução de água com cloro (1 litro de água e 1 colher de sopa de cloro) por cerca de 15 minutos. Depois, lave-os com água potável. Há também alguns produtos industrializados específicos para higienização desses alimentos, que são práticos e seguros.
Cereais: A bactéria B. cereus pode ser encontrada em cereais, como arroz, farinhas e temperos secos. O cozimento em vapor sob pressão, a fritura e o ato de assar em forno a temperaturas superiores a 100º C a elimina. Se notar sinais de bolor, despreze todo o alimento. "Não adianta desprezar somente a parte que está embolorada, porque, provavelmente, todo o produto já está impróprio ao consumo."
Água: A opção potável, filtrada ou mineral, é a melhor, tanto para beber quanto para cozinhar. Caso use a água de torneira, a dica é fervê-la.
Leite: O risco maior está em consumir leite do mercado informal, já que não recebe tratamento para esterilização e conservação. A recomendação da nutricionista é consumir os do tipo longa vida, que, quando abertos, precisam ser armazenados na geladeira (por até três dias) ou como indicar o fabricante.
Derivados do leite: É preferível comprar os industrializados em vez dos caseiros. Quando quiser saborear sorvetes de massa, vendidos por quilo, fique atento aos pegadores que ficam na água. "Devem estar em água limpa e ser trocados constantemente."
Enlatados: O consumo de enlatados pode ocasionar o botulismo, transmitido pela toxina do Clostridium Botullinun, que, além dos sintomas gastrointestinais, pode causar problemas neurológicos. Para prevenir, verifique as latas e vidros. Se estiverem estufados ou, se ao abrir, observar sinal de presença de ar, descarte o alimento.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Jantar leve, ou nem tanto?

É comum ouvirmos alguém dizer que normalmente não janta. O que isso quer dizer é que não é feita uma refeição tradicional, de garfo, a pessoa limita-se a petiscar “qualquer coisa”. Confira se o faz corretamente.


A substituição do jantar tradicional (com sopa, prato principal e fruta) por lanches está a tornar-se cada vez mais frequente. A falta de tempo para preparação da refeição, a dificuldade de preparar uma refeição completa após um dia cansativo de trabalho, a comodidade oferecida pelos alimentos prontos ou semi prontos, são apenas alguns dos fatores que podem estar a contribuir para este fenômeno.
Há quem o faça por achar que uma refeição completa será mais “pesada” do que um pequeno lanche. Mas nestas questões da alimentação, quantidade não é qualidade. Um pequeno lanche constituído por um ou dois salgadinhos e por um refrigerante é, normalmente, mais calórico e menos nutritivo do quer um prato de comida “normal”.
Dependendo do tipo de trabalho que se tem e do tempo disponível para as refeições durante o dia, o jantar pode assumir diferentes graus de importância. Assim, se uma pessoa tem tempo para fazer uma refeição completa à hora de almoço e um pequeno lanche a meio da tarde, o jantar pode ser leve, apenas um complemento. Por outro lado, para quem não tem tempo de fazer tranquilamente uma refeição completa e equilibrada à hora de almoço, o jantar passa a ter uma grande importância, devendo ser uma refeição de boa qualidade e completa, ainda que seja em quantidade pequena.
Em qualquer dos casos, o jantar deve ser sempre constituído por alimentos de fácil digestão, principalmente se dorme cedo, para evitar má digestão e comprometimento do sono. Um excesso de alimentos à noite está, muitas vezes, na origem da falta de apetite que muitas pessoas sentem de manhã.
Mas estas substituições não são sempre bem feitas e um dos principais efeitos que resultam daí são o ganho de peso corporal, com aumento também da taxa de gordura no sangue. Isto é resultado da composição dos referidos lanches, que podem ser leves no peso mas que são normalmente constituídos por alimentos de alto valor calórico, com grandes quantidades de gordura adicionadas e/ou escondidas.
Um exemplo típico do que acaba de ser dito são as refeições constituídas por pão ou tostas, barradas gentilmente com manteiga ou queijos gordos, ou charcutaria variada, compotas e geleias, etc.
Como esta refeição parece leve acrescenta-se-lhe 1 ou 2 iogurtes, ou 1 copo de refrigerante, ou 2 peças de fruta, ou uma taça cheia de cereais com leite, ou 1 ou 2 croquetes (tão pequeninos!),... e o total de calorias ingeridas é quase sempre superior ao que seria se comesse uma refeição tradicional.
Como deve ser afinal o jantar?
De uma forma geral, o jantar deve ser uma refeição leve, constituída por alimentos de fácil digestão e em pequenas ou moderadas quantidades, em função das necessidades de cada um.
Coma em quantidades moderadas alimentos ricos em hidratos de carbono complexos e pobres em gorduras saturadas. Assim, privilegie as massas, o arroz, o pão de mistura ou integral, acompanhados com vegetais (na forma de saladas, sopas, legumes cozidos) temperados com um pouco de azeite. É importante haver uma fonte de proteínas que contenha pouca gordura e colesterol. Assim, acrescente um pouco de carne magra, peixe, lacticínios pouco gordos (leite, iogurtes, queijos magros).
A fruta pode completar a refeição, especialmente se ainda não tiver comido 3 peças nesse dia.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Efeito platô





Muitas vezes, no meio de uma dieta, a pessoa para de emagrecer. É estranho, mas acontece. O efeito platô, como é conhecido, é uma reação do organismo à redução da ingestão calórica e, segundo os especialistas, o fenômeno se dá principalmente em pessoas que se submetem a regimes desregrados sem acompanhamento especializado.

Por que acontece?

Qualquer tipo de dieta resulta numa crise de energia, pois propõe a redução da alimentação e o aumento do gasto, através de atividades físicas. A nutricionista Marcela Casanova, da Clínica de Hipertensão Arterial e Doenças Metabólicas Associadas, do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), explica: 'O efeito acontece porque o organismo sofre uma adaptação para a situação de restrição de calorias que lhe foi imposta. Ou seja, funciona como um mecanismo adaptativo que guarda energia sob forma de gordura. É uma forma de defesa, ele entende que o emagrecimento não é voluntário e chega um momento em que a perda de peso freia, ou seja, a quantidade gasta fica igual à ingerida'.

A nutricionista Alessandra Rodrigues, considerada uma das estrelas do ramo de personal diet, diz que não há uma justificativa lógica para o fenômeno. 'Diversos estudos já tentaram comprovar as mais diferentes teorias, mas nenhum conseguiu. Acredita-se que o efeito platô seja consequência de uma redução no metabolismo. A partir do momento em que se ingere um valor calórico abaixo do habitual por um período prolongado, o organismo passaria por ajustes e o metabolismo entraria em desaceleração, brecando a perda de peso. No entanto, os estudos que apontam para isso não trazem resultados conclusivos', informa a especialista, que já cuidou dos cardápios de famosos como a apresentadora Xuxa e o cantor Daniel.

Quando acontece?

Se você está começando uma dieta agora, não se assuste: nem todos os regimes resultam no efeito platô. 'Depende muito de como as refeições estão distribuídas ao longo do dia e do tipo de exercício físico feito. Às vezes, a intensidade ou o volume do exercício são elevados em comparação à dieta e a pessoa perde muita massa magra. Então, o metabolismo baixa. Como o corpo 
Como evitar o efeito platô?
O segredo para evitar este 'freio' na perda de peso é criar uma alternância entre as dietas. "O ideal é não manter dietas muito restritivas por períodos prolongados, alterar o esquema alimentar e manter a prática de atividade física, variando a rotina do tipo de atividade", aconselha Alessandra. "Qualquer dieta que pretenda reduzir grandes quantidades de peso precisa ter uma estratégia de entra e sai de dieta. Ou seja, realiza a dieta durante um tempo e depois faz um programa para recuperar o metabolismo. O ideal é se exercitar gastando exatamente o que se come, só que isso não emagrece. Para emagrecer o melhor é alternar a agressão com a recuperação", completa o nutrólogo Alexandre Merheb.

Regimes de caráter muito rígido devem ser escolhidos com cuidado, já que o efeito a longo prazo, em geral, não é satisfatório. "A maioria das pessoas adotam um plano muito rígido e imediato. Não fazem uma redução gradativa, querem parar de comer do nada. Mas essa restrição total, apesar de ser eficiente a curto prazo, não funciona a longo prazo e o resultado é ou o efeito platô ou o efeito sanfona, que é quando a pessoa engorda todo o peso perdido", ressalta a nutricionista Marcela, que aconselha: "Associar alimentação equilibrada com exercício físico é a chave para quem quer emagrecer. Principalmente porque, com a reeducação e a realização regular de atividades físicas, a chance de voltar a ganhar peso é muito mais difícil. Com a combinação desses dois fatores, você garante a manutenção completa do peso".

Alessandra faz coro com a nutricionista do HUPE: "Muito maior é o risco de apresentar o efeito platô quando não existe o exercício. A atividade é uma maneira natural de se estimular o metabolismo. Os pacientes adoram um remedinho, mas devem se lembrar que nada melhor e mais natural do que a prática de exercícios. A realidade é essa: é preciso esforço. Não adianta querer se prender a fórmulas mágicas", reforça.

Será que a dieta ideal existe?
"Não existe dieta ideal, existe a dieta possível. Ela deve ser compatível com os hábitos de cada um.Dieta é uma coisa que você opta fazer. Ela é um tratamento", acredita Alexandre Merheb. Já para Marcela Casanova, o segredo está na reeducação alimentar: "É preciso que a restrição calórica seja feita de forma gradual e sempre conciliá-la com atividade física. É importante realizar um fracionamento das refeições com pouco volume ao longo do dia e não omitir refeições, achando que isso vai reduzir calorias, porque você vai acabar compensando em outra refeição".
Considerar objetivos de cada paciente e levar em conta seu estilo de vida é, para Casanova, o primeiro passo para a elaboração de um programa alimentar satisfatório. "Tipo de exercício feito, disponibilidade alimentar, possíveis necessidades especiais são fatores a que devemos prestar atenção. De acordo com essas diretrizes iniciais, deve ser traçada uma dieta em que as concentrações de carboidratos, proteínas, gorduras possam variar ao longo do dia, o que pode ser obtido através de certas combinações especificas dos alimentos. Mudando o tipo de combinação em cada refeição de forma individual, todo processo fica muito mais fácil e melhor, viável a longo prazo", destaca.
A nutricionista Alessandra Rodrigues prefere apostar em uma rotatividade de dietas. "Diversificada, nutricionalmente equilibrada e associada a atividade física regular. Gosto muito de trabalhar com um rodízio de dietas, ora trabalho com dietas levemente mais protéicas, ora com menor índice glicêmico, ora mais calórica e depois menos, mas sempre buscando o bem-estar do paciente, o equilíbrio nutricional e o estímulo a hábitos mais saudáveis", conclui a especialista.
passa por um período de grande déficit durante a atividade, sem que não haja uma reposição mínima adequada, acaba por estocar mais do que consumimos ao longo do dia como reserva', diz a nutricionista Marcella Amar, que trabalha na área esportiva e tem entre sua clientela vários atletas olímpicos e celebridades, como Paola Oliveira e Juliana Alves.


Que tal apimentar o emagrecimento?



A capsaicina,
fitoquímico que confere o gosto picante à pimenta vermelha,
é o principal responsável pelas propriedades funcionais deste tempero.

Dentre essas propriedades destacam-se:
 Dissolução de coágulos sanguíneos (uma aspirina natural),  Dissolução de muco dos pulmões, expectorante,  Descongestionante,  Indutor da termogênese (efeito de transformar parte das calorias dos alimentos em calor),  Antioxidante e anti-bacteriana.

Além de agir como uma "aspirina natural", pesquisas científicas mostraram que o uso da pimenta vermelha durante às refeições, proporciona ação no Sistema Nervoso Simpático com aumento da liberação de noradrenalina e adrenalina e conseqüente diminuição do apetite e da ingestão de calorias, proteínas e gorduras nas refeições seguintes.

Sendo assim, o uso da pimenta vermelha é recomendado no tratamento da obesidade.

A Adrenalina e a noradrenalina também são responsáveis pelo estado de alerta, daí a ingestão de pimenta estar associada também à melhora de ânimo em pessoas deprimidas.

Recomenda-se que indivíduos com problemas no trato gastrintestinal (gastrite, úlcera, hemorróidas e outros) evitem a ingestão, uma vez que a capsaicina funciona como um agente agressor.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Quer emagrecer??





ser você mesmo, não o que os outros querem ser.
Parece um conselho muito óbvio e simples, mas não é. Todos nós temos apenas uma vida, temos de viver com o corpo que vemos todas as manhãs no espelho. Portanto, precisamos decidir o que fazer para cuidar e sustentar essas decisões, independentemente do que pensam ou querem outros.
À medida que luta para perder peso, como muitas outras vezes nos disseram frases como: “Mas você despreza minha sobremesa?” ou “Melhor, inicie o seu regime de manhã.” Bem, isso é quando você deve ser você mesmo e com firmeza os outros exigem a respeitar a sua decisão, porque seu corpo é muito importante para você é o suporte de sua vida.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Três exercícios para diminuir a velocidade da refeição

Sabemos que quem come muito rápido, tende a comer em grande quantidade, provocando um maior ganho de peso, então aí estão dicas para diminuir a velocidade do que se realiza as refeições com o objetivo de diminuir a ingestão alimentar:


- Não encher demais o garfo com comida. Cada garfada deve preencher somente um pouco mais da metade do mesmo. Introduzir pequenos pedaços de comida por vez e de alimentos separados, ou seja, evitar misturá-los para sentir separadamente o gosto de cada um, assim você ficará mais saciado com somente uma determinada quantidade de comida;

- Realizar um exercício de contagem das mastigadas:

- 20 mastigadas para alimentos macios: purês, suflês, arroz com feijão, massas, batatas, verduras cozidas
- 30 vezes para alimentos para guisados, frango, peixe, saladas cruas
- 40 vezes para as carnes bovinas, suínas e ovinas

- Descansar os talheres no prato entre uma garfada e outra. Com isso, provavelmente você cruzará as mãos e não terá tanta pressa de segurar o garfo mais uma vez.


terça-feira, 12 de julho de 2011

Controle a vontade de comer doces


O combate deve ser diário e começar aos poucos, sem radicalismos - O inverno se aproxima e, com ele, o desejo por doces. Para não deixar que um plano de reeducação alimentar vá por água abaixo, a dica é afastar o pensamento negativo e não cogitar a possibilidade de abandonar a sua meta, seja ela equilibrar o ponteiro da balança ou seguir um cardápio mais saudável.
Alguns estudos apontam que o chocolate e outros tipos de doces provocam sintomas semelhantes à dependência das drogas, como sensação de bem-estar seguida de sentimento de culpa. Por outro lado, tal associação ainda não pode ser encarada como conclusiva, já que a falta de doces não acarreta outros problemas notados no uso de drogas, como no caso de sua abstinência.

“Deixando o pretexto da dependência física do açúcar de lado, invista em atitudes práticas para espantar a vontade. Se você tem o hábito de consumir doce diariamente, cortar a ingestão de vez não é uma boa idéia. Isso pode gerar uma sensação de privação excessiva, aumentando o risco de descontrole e levando à desistência do objetivo”, alerta a nutricionista.

Confira algumas dicas para driblar a vontade de comer doces:

1) Diminua a ingestão aos poucos: se você tem o hábito de ingerir açúcar todos os dias, passe a consumi-lo cinco vezes por semana. Reduza a rotina gradativamente, até atingir a meta de comer doce apenas uma vez a cada sete dias.

2) Faça um diário alimentar: registre os alimentos e a quantidade que ingere ao longo do dia, para identificar com que freqüência e o volume de doces que está consumindo.

3) Opte por alimentos menos calóricos e que apresentem nutrientes mais saudáveis. Substitua o chocolate do lanche da tarde por uma fruta ou por uma barrinha de cereais.

4) Faça substituições inteligentes: as frutas são sempre as melhores opções para substituir os doces. Gelatinas, pudins ou flans light também podem matar a vontade das sobremesas.

5) Não faça nenhum tipo de barganha alimentar: não pule refeições ou diminua as porções para, mais tarde, saborear uma farta sobremesa. Essa atitude só faz a fome acumular, favorecendo o descontrole alimentar.

6) Evite a estocagem de tentações: se a vontade for irresistível, coma apenas uma porção do seu doce preferido. Não faça estoque na despensa para não aumentar a tentação.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dieta e depressão: Alimentos naturais x industrializados




Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo.
Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.
Como foi feita a pesquisa:
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam.
Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
Dieta mediterrânea:
A autora do estudo, Archana Singh-Manoux, diz que é possível que os resultados sejam explicados por um fator ligado ao estilo de vida dos participantes que não tenha sido levado em consideração pelos especialistas.
"Houve um estudo mostrando que a dieta mediterrânea estava associada a riscos menores de depressão, mas o problema é que, se você vive na Grã-Bretanha, a probabilidade de você seguir uma dieta mediterrânea não é muito grande", afirma a pesquisadora.
"Então, nós queríamos observar de forma diferente as associações entre dieta e saúde mental", acrescenta.
Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch.
"Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
Dietas cada vez mais saudáveis
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."

Como é a Dieta Mediterânea

A dieta mediterrânea - que, acredita-se, protege contra doenças cardíacas e o câncer - pode ajudar também a prevenir a depressão, indica um estudo feito por pesquisadores espanhóis.
A dieta se baseia em alimentos que tradicionalmente são consumidos nas cidades às margens do Mar Mediterrâneo, daí o seu nome. Ela inclui grãos integrais, hortaliças, oleaginosas, azeitonas, azeite de oliva extra virgem e menos carnes vermelhas, que são substituídas pelo consumo de peixe.
Os cientistas espanhóis constataram na pesquisa que pessoas que seguem essa dieta têm 30% menos chances de desenvolver depressão.

Padrões Alimentares
A equipe, das Universidades de Las Palmas e Navarra, monitorou 10.094 adultos saudáveis durante quatro anos e publicou seu estudo na revista científica Journal of the American Medical Association.
A equipe recrutou estudantes universitários e pediu que eles preenchessem questionários com informações sobre seus hábitos alimentares.
Com base nas informações, os pesquisadores calcularam a adesão dos participantes à dieta mediterrânea durante um período de, em média, 4,5 anos.
Os que apresentaram maiores índices de adesão à dieta tendiam a ser homens, ex-fumantes, casados e mais velhos.
Depressão
Eles também eram mais ativos fisicamente e apresentavam um consumo total de energia mais elevado.
Os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão durante o período em que monitoraram os participantes - 156 nos homens e 324 nas mulheres.
O estudo concluiu que os que apresentavam maior adesão à dieta tinham 30% menos probabilidade de ter depressão.
O estado civil, o número de filhos e outros indicadores associados a estilos de vida saudáveis também foram considerados pelos pesquisadores ao se calcular a probabilidade de desenvolver a desordem.
Consequências da depressão
O pesquisador Miguel Martinez-Gonzalez, da Universidade de Navarra, disse que os resultados terão de ser confirmados em estudos mais longos e com mais participantes, mas acrescentou que o atual estudo encontrou uma forte associação inversa entre a dieta mediterrânea e depressão.
"Trinta por cento é uma redução grande no risco e isso poderia ser muito importante considerando-se quão sérias são as consequências de uma depressão."
Gonzalez disse ainda que é provável que a dieta de maneira geral seja mais importante do que o efeito de componentes individuais.
Benefícios da dieta mediterrânea
A psicóloga clínica Cecilia D'Felice disse que há cada vez mais evidências de que a dieta é importante no tratamento da depressão.
Ela disse: "O que nós sabemos é que uma dieta rica em azeite de oliva aumenta a quantidade disponível de serotonina".
"A maioria dos antidepressivos trabalha para manter mais serotonina no cérebro."
Outra pesquisa recente demonstrou que a dieta mediterrânea reduz risco de obesidade entre adultos. Também o óleo de oliva, um componente importante da dieta mediterrânea, pode prevenir e tratar o Mal de Alzheimer.
Como é a dieta mediterrânea
• Rica em ácidos graxos monosaturados como o azeite de oliva
• Consumo moderado de álcool e laticínios
• Baixo consumo de carne vermelha
• Alto consumo de legumes, verduras, frutas, castanhas, cereais e peixe